quarta-feira, 29 de junho de 2011

Dinossauros sobreviveram em planeta com pouco oxigênio.

Existe alguma apólice de seguro contra o Apocalipse? Se você fizer essa pergunta a nove entre dez dos paleontólogos na ativa hoje, a resposta muito provavelmente será um "não" daqueles. Diante das catástrofes que realmente ameaçam a vida na Terra, o consenso entre os que estudam a história evolutiva é que não dá para estar preparado. Salvar a pele bem no meio de uma extinção em massa, como a que acabou com os dinossauros há 65 milhões de anos, seria sempre mera questão de sorte. 

Peter Ward, porém, aposta em pelo menos um jeito promissor de sair vivo: respirar. E bem, de preferência.

Eficiência respiratória em um mundo que volta e meia ficou quase sem oxigênio é o mote do novo livro de Ward, "Out of Thin Air" (trocadilho traduzível com "a partir do ar rarefeito" ou "a partir do nada"), que acaba de ser lançado nos EUA.


Edson Silva/Folha Imagem
Réplica de esqueleto do Sacisaurus, pequeno dinossauro herbívoro encontrado no Rio Grande do Sul, que viveu no Triássico, primeira fase do reinado de 150 milhões de anos dos grandes répteis
Réplica de esqueleto do Sacisaurus, pequeno dinossauro herbívoro encontrado no Rio Grande do Sul, que viveu no Triássico, primeira fase do reinado de 150 milhões de anos dos grandes répteis
O paleontólogo na Universidade de Washington, em Seattle, examinou todos os grandes momentos de aperto pelos quais os seres vivos (especialmente os animais) passaram nos últimos 600 milhões de anos e viu, quase sempre, alguns pontos comuns. Primeiro, quedas brutais nos níveis de oxigênio do ar e do mar; depois, extinções para todo lado; e, ao lado delas, criaturas com design nunca antes visto, que só teriam aparecido como novas formas de respirar numa atmosfera irrespirável.

O ponto de partida da idéia é até bastante razoável. Ward, sempre de olho nas estruturas básicas que permitem a existência dos seres vivos (ele é um dos autores da hipótese "Terra rara", segundo a qual a vida complexa provavelmente é exclusividade deste planeta), diz que só o oxigênio satisfaz as necessidades de energia de animais e plantas. OK, o mundo pode estar cheio de bactérias que usam as fontes de energia mais esquisitas, mas elas só conseguem sobreviver de gás malcheiroso porque não precisam de muito luxo. Todo mundo que quer ser alguém precisa do bom e velho oxigênio.

Nada mais natural, argumenta Ward, que a busca por um pouco de ar fresco tenha sido o fator por excelência na evolução dos animais --ainda por cima se, conforme estão mostrando análises de rochas antigas e simulações de computador, essa "commodity" tenha passado tanto por períodos de escassez quanto de excesso. É então que o cientista inicia uma série de viagens mentais à Terra primitiva, tentando ligar as baixas do gás aos grandes eventos da evolução.

Altas e baixas

A primeira parada é a Explosão Cambriana, há uns 540 milhões de anos. No que provavelmente foi a fase mais psicodélica da história da vida, todos os designs básicos dos animais de hoje surgiram muito rápido, aparentemente "prontos", a povoar os oceanos.

Ninguém tem a menor idéia de por que esses trinta-e-tantos designs, e não outros, resolveram dar as caras justamente naquele momento. Idêntico mistério paira sobre o fato de que quase nenhum outro tipo básico de animal evoluiu desde então. Ward argumenta que os seres vivos estavam reagindo a um mundo sufocante, cujo teor de oxigênio atmosférico tinha caído de quase 20% (o valor de hoje é 21%) para quase 15%.

As várias formas novas de construir um corpo seriam todas soluções de engenharia para captar um pouquinho mais do gás. Um exemplo claro, segundo o paleontólogo, é a segmentação, ou divisão do corpo em várias unidades que se repetem (coisa comum ainda hoje em qualquer inseto ou crustáceo). Os campeões se segmentação do Cambriano são os trilobitas, estranhas criaturas cascudas que lembram vagamente um caranguejo achatado. Acontece que a repetição dos segmentos permitia que eles tivessem um conjunto de pares de brânquias espalhados por todo o corpo, capazes de arrancar oxigênio da água marinha com muito mais eficiência.

O miolo do livro usa o mesmo argumento para explicar porque os dinossauros foram, de longe, os animais terrestres mais bem-sucedidos da história. A gênese do grupo se seguiu à pior extinção em massa de todos os tempos, a do Permiano, há 250 milhões de anos. De novo, as variações do oxigênio estão na cena do crime: do máximo de todos os tempos, 35%, a só 12%. Era uma época em que viver na altitude da cidade de São Paulo equivaleria a escalar o Everest para quem tentasse respirar --a vida animal só era viável no nível do mar.

Acontece que a situação não melhorou nem um pouco no Triássico, período que se seguiu ao massacre geral do Permiano. Enquanto ancestrais dos mamíferos e outros répteis tentavam não ficar sem fôlego, a nova linhagem dos dinossauros começou a se diversificar. Com um olho no futuro, Ward relaciona os bichos com seus descendentes diretos, as aves. Hoje, gansos conseguem sobrevoar o Everest sem o menor problema, e mesmo no nível do mar as aves são respiradoras 30% mais eficientes que os mamíferos. Segundo o paleontólogo, tudo indica que foi com uma respiração ao estilo aviário que os dinos ganharam seu trunfo.

Teste de fôlego

O que torna esse jeito de respirar tão especial são os chamados sacos aéreos, estruturas que podem ser abrigadas dentro de cavidades nos ossos. Eles permitem que só o ar recém-inalado, rico em oxigênio, passe pelos pulmões. O fluxo de sangue é otimizado para caminhar justamente na direção contrária das lufadas de ar, e esse sistema de contracorrente permite uma absorção bem melhor do gás. Acontece que muitos dinossauros tinham cavidades em seus ossos exatamente nos mesmos lugares onde as aves guardam os sacos aéreos. Com isso, estavam prontos para deixar a concorrência para trás em qualquer teste de fôlego.

Conhecendo bem o clima de competição que reina entre os paleontólogos, dá para imaginar a pancadaria acadêmica que a tese de Ward vai provocar. Ainda falta muito para comprovar as várias baixas cruciais do oxigênio que são a chave da narrativa do livro. Há até quem não reconheça a presença de sacos aéreos entre os dinos, e algumas peças definitivamente não se encaixam. Um exemplo é o fato de que, durante milhões de anos, eles foram um dos grupos mais obscuros da fauna da Terra, só ganhando importância com uma extinção em massa no fim do Triássico.

Seja como for, Ward merece crédito não apenas pela tentativa de colocar um pouco de ordem nos grandes eventos da vida na Terra mas pelo estímulo à imaginação que suas jornadas ao passado sufocante geram. São momentos em que a paleontologia quase vira mitologia --e, o melhor, de um tipo que pode ser comprovado ou refutado. 

sábado, 18 de junho de 2011

dinossauros.

Tudo Sobre os Dinossauros

Triceratops

O tricerátopo (Triceratops horridus, do latim"cabeça com três chifres") foi uma espécie de dinossauro herbívoro e quadrúpede que viveu no fim do período Cretáceo, principalmente na região que é hoje a América do Norte.

O Triceratops é o maior animal de sua família, medindo entre 7 e 9 metros de comprimento e pesando entre 6 e 12 toneladas. As características principais deste dinossauro são, sem sombra de dúvidas, a presença de dois enormes chifres (cada um com cerca de 1 metro de comprimento), um pequeno chifre acima do nariz e seu majestoso e resistente folho (a estrutura semelhante a um escudo, acima da nuca). A função destas estruturas é alvo de debates: uns dizem que são armas contra seus predadores (como o feroz Tyrannossaurus rex); outros dizem que eram usadas para atrair as fêmeas, na época da reprodução. O crânio também era colossal: tinha mais de 2 metros de comprimento, pondo este dinossauro na ala das maiores cabeças do reino animal. Os olhos se encontram nas laterais da cabeça, isso lhes garantia uma visão mais complexa do seu redor. Além do que já foi descrito, este animal era, ainda, provido de um bico (semelhante ao de um papagaio), possivelmente usado para rasgar os vegetais, os quais se alimentava.
Ao contrário do que certas mídias revelam, as pernas dos Triceratops não ficavam ao lado do corpo, com num lagarto ou tartaruga. Como todo dinossauro quadrúpede, as pernas se projetavam como colunas do corpo para o chão, tal como um rinoceronte ou uma girafa, o que o auxilia numa fuga ou em um combate.

Tiranosauro rex

O Tiranossauro (Tyrannosaurus rex, que significa "lagarto tirano rei" ou numa tradução alternativa "réptil rei") foi uma espécie de dinossauro carnívoro e bípede que viveu no fim do período cretácio, principalmente na região que é hoje a américa do norte.

Foi um dos maiores carnívorosterrestres de todos os tempos, alcançando 4 metros de altura e mais de 14 metros de comprimento. É considerado por muitos o predador mais eficiente e o mais aterrorizador dinossauro que existiu, mas essa afirmação é incorreta, pois havia dinossauros ainda mais fortes que o próprio Tiranossauro. Sua boca possuia dentes que chegavam a medir incríveis 20 centímetros, sendo que já foram encontrados dentes de mais de 30 cm. Estes,eram curvados para trás, e, diferentemente do Carcharodontossauro, eram cônicos e grossos, chegando a estraçalhar os ossos. Os dentes usados ou quebrados muitas vezes são encontrados, mas diferentemente daqueles de mamíferos, nos tiranossaurídeosdentes eram constantemente substituídos em todas as partes da vida do animal.
Foi o animal mais feroz de todos os tempos, mas sua força podia ser superada. Em comparação sua mordida não era superada, bastando apenas uma mordida certeira para matar a presa.

Sua mandíbula é imensa, podendo abrigar meia tonelada de comida lá dentro, e por possuir músculos extremamente desenvolvidos no pescoço possui uma força de mordida maior que qualquer outro dinossauro, chegando a potência de 4.000 kg.
O maior crânio de Tiranossauro até hoje encontrado mede até 1.5 m (5 pés) de comprimento. Em comparação com outros terópodes, o tiranossauro teve um crânio particularmente grande. O crânio foi extremamente largo posteriormente, com um focinho estreito, permitindo algum grau da visão binocular. Alguns ossos, como o nasais, foram fundidos, prevenindo movimento entre eles. Apesar de ser conhecido como "Rei dos Dinossauros" existiam carnívoros maiores que ele como o Espinossauro,o Giganotossauro,o Carcarodontossauro,etc...

o poderoso elasmosaurus.

ELASMOSAURUS

Elasmosaurus 

DINOSSAUROS VOADORES


Ao mesmo tempo que os dinossauros deixavam suas pegadas no solo e os répteis nadadores vagavam nos mares, répteis voadores cruzavam os ares sem parar. Com os mais variados tamanhos e formas, os pterossauros marcaram a presença na história da evolução como parentes distantes dos dinossauros. Alguns eram pequenos como araras, enquanto ouros ganhavam dimensões impressionantes, com asas do tamanho de um otocarros. O nome pterossauro, aliás, significa "lagarto com asas". Depois de estudar demoradamente alguns ossos de pterossauros, os cientistas concordaram: eles só podiam ter sidos animais voadores, pois notaram que os ossos eram finos e ocos.Se hoje observarmos na natureza animais mais semelhante a dinossauros, veremos que estes animais são os pássaros. Os primeiros pássaros surgiram no período Jurássico, e vivem até hoje. Dentre estes pássaros antigos , está dentro o Archeopteryx, uma da principais descobertas do género. Este pássaro primitivo, era quase igual em aparência aos modernos, com excepção de alguns factores, como os dentes, o tamanho e alguns hábitos.Os dentes do Archeopteryx e de muitos outros pássaros primitivos, como o Hesperornis (comedor de peixes, viveu na época do Triceratops e do T. Rex e, era mais parecido ainda com os pássaros modernos pois possuía bico), eram grandes, finos e afiados, utilizados para segurar sua deslizante presa, ou melhor, os peixes.Seu tamanho também era diferente dos pássaros actuais, pois, enquanto um gavião tem o tamanho de um computador, o Archepteryx tinha o tamanho de um homem alto. Devido ao fato de voar muito alto, era provável que este pássaro podia ter morado em árvores. Assim como o Archeopteryx, muitos dinossauros voadores possuíam ossos ocos nos seus membros. Isso os tornava mais leves para movimentar-se. Pesquisadores acham que os ossos ocos dos actuais pássaros são uma herança de seus ancestrais, os dinossauros. O animal fóssil mais famoso é o Archeopteryx. Viveu na mesma época que os dinossauros e é considerado a ave mais antiga que se conhece, embora também tivesse traços de réptil. Todos os esqueletos fósseis deste animal que foram descobertos foram encontrados em pedras calcárias de grão muito fino que conservaram maravilhosamente muitos fósseis, entre eles, os delicados ossos ocos do Archeopteryx e até as suas penas, que são uma característica fundamental da aves.Um grupo de répteis tinha se apoderado dos espaços aéreos. Eram os Pterossauros, entre os quais, o Pteranodon, com asas gigantescas de pele elástica como as dos morcegos, era o rei do voo planado das zonas costeiras. O seu aspecto original se devia à forma da cabeça: uma longa crista e um bico que, juntos, tinham o mesmo comprimento do corpo. Depois de levantar voo, o Pteranodon sobrevoava os mares em busca de alimento e tinha grande capacidade de voo planado, sem precisar bater as asas. O Pteranodon era um gigante voador. Os seus ossos eram finos e tinham espaços ocos que os tornavam mais leves, pois estes espaços eram preenchidos com ar. Os dedos das mãos estavam adaptados para sustentar a membrana da asa, fina e semelhante ao couro. O cérebro era grande e mais parecido com os das aves do que com os dos répteis.As primeiras vértebras das costas eram ligadas entre si formando uma só peça resistente que proporcionava um sólido ponto de apoio para os ossos do ombro. Estes se apoiavam em baixo no esterno, ou seja, o osso do peito. As costelas que saíam das vértebras também fechavam no esterno. Deste modo, o conjunto constituía uma armação rígida que suportava os poderosos músculos das asas. No Pteranodon, destaca-se o pequeno tamanho do corpo e das patas posteriores em comparação com o das asas e do crânio, com a sua longa crista. O pescoço era comprido e a cauda era bem pequena. Os braços se transformavam em asas providas de grandes músculos. Os três primeiros dedos da mão, relativamente curtos, terminavam em garras curvas e afiadas; o quarto dedo possibilitava o enorme alongamento da asa. A cauda era muito curta e terminava em dois ossos alongados em forma de varetas que provavelmente se inseriam na membrana das asas e poderiam servir para ajudar a controlar a direcção do voo.

os braquiossauros.

BRAQUIOSSAUROS

Braquiossauros

CAUDA DOS DINOSSAUROS

Todos os dinossauros tinham longas caudas. Mas a maneira com a qual eles as utilizavam variava de acordo com a espécie. Então, qual o papel das caudas na vida dos dinossauros?
Em primeiro lugar devemos responder uma questão importante: qual a real posição da cauda dos dinos?
Elas eram arrastadas pelo chão ou ficavam erguidas no ar? Durante anos os dinossauros foram representados com suas enormes caudas sendo pesadamente arrastadas pelo solo.
O modelo de Joseph Leidy, como é conhecido, dominou o cenário paleontológico durante décadas.
Nós nos acostumamos a ver os enormes T-Rex andando em pé, quase eretos, imponentes. Mas pesquisas recentes confirmam que essa imagem estava completamente errada.
Analisando suas vértebras e o encaixe dos ossos dos membros os cientistas perceberam que essa posição seria muito desconfortável para os animais e, provavelmente, provocaria lesões sérias em sua coluna.
Além disso, se analisarmos seus rastros de pegadas fossilizadas, poderemos notar que em nenhuma delas existem marcas ou sulcos que indiquem enormes e pesadas caudas sendo arrastadas. Em todos os casos, apenas as pegadas foram confirmadas.
Assim o modelo hoje mais aceito é o de dinossauros movendo-se com caudas quase retas, pairando no ar. No caso dos bípedes, a espinha ficava quase que paralela à linha do solo, fazendo com que os animais caminhassem como enormes pássaros.
Para esses animais as caudas funcionavam como um instrumento de equilíbrio, permitindo aos mesmos caminhar ou correr sem temer uma queda de frente no chão. O comprimento das caudas era de tal modo proporcional ao peso na frente dos quadris, de maneira que o centro de gravidade ficassem num ponto que equilibrava perfeitamente a metade anterior e a posterior.
Nos dinossauros raptores, conhecidos por desenvolver grandes velocidades, a cauda possuía filetes ósseos que a tornavam muito rígida.
Para esses animais a cauda era como um leme, permitindo a eles mudarem rapidamente de direção caso fosse necessário.

o que é um dinossauro?

O QUE É UM DINOSSAURO?


Durante a existência de nosso planeta, muitos animais diferentes já surgiram, viveram e se extinguiram. Muitos deles eram gigantescos e ameaçadores, mas nem por isso eram dinossauros.
Temos cinco regras simples para identificar se um animal era ou não um dinossauro:
Regra 1) Os dinossauros eram répteis.
Pode-se reconhecer um animal como sendo um réptil pela sua pele recoberta por escamas e por gerarem filhotes através de ovos com cascas duras.
É bem verdade que apenas alguns poucos fósseis foram encontrados apresentando vestígios de sua pele e que são também muito poucos os ovos e embriões achados que foram identificados como sendo da mesma espécie de outros fósseis de animais adultos, mas mesmo assim este critério é bastante útil pois separa-os dos mamíferos (corpo coberto de pelo), das aves (cobertas por penas) e de anfíbios (que colocam ovos de casca mole).
Regra 2) Todos os dinossauros eram animais terrestres.
Existiram muitos répteis estranhos no passado. Alguns deles viveram no mar, como os ictiossauros e os plessiossauros, enquanto outros, os pterossauros, dominavam os ares, entretanto não eram dinossauros e a ciência os classifica à parte.
Regra 3) Os dinossauros viveram durante o Mesozóico (248 a 65 milhões de anos atrás).
Ninguém pode ver um dinossauro vivo. Todos eles se extinguiram muito tempo antes de nossos mais remotos antepassados surgirem.
Nos os conhecemos através de fósseis que foram encontrados em rochas que datam desde 220 milhões de anos atrás (fim do período Triássico) até 65 milhões de ano atrás (fim do período Cretáceo).
Assim, sabe-se que a era dos dinossauros durou aproximadamente 155 milhões de anos e que se um fóssil for encontrado em rochas que se formaram antes ou depois deste intervalo, muito provavelmente não será de um dino.
Regra 4) Os dinossauros tinham as pernas em forma de colunas.
Ao observarmos um jacaré andando, vemos seus membros anteriores e posteriores se movendo lateralmente em relação ao seu corpo. Outros répteis tem seus membros dispostos em ângulo com o solo, mas sempre encaixados na lateral do corpo.
Em um dinossauro, os membros estão montados sempre na vertical, como se fosse uma coluna, o que diminui o esforço dele para se manter em pé e também possibilita passos e velocidades maiores.
Este arranjo é único entre os répteis e é também muito similar ao das aves e mamíferos, tanto que cientistas, artistas e técnicos de efeitos especiais freqüentemente estudam a anatomia e o movimento deles para recriarem dinossauros em museus e nos cinemas.
Regra 5) Tamanho não é documento.
Existiram dinossauros enormes como os grandes saurópodes ( o Seismossauro de 36m de comprimento e 50 toneladas de peso, por exemplo), mas também existiram alguns muito pequenos. O Compsognathus longipes, por exemplo, era do tamanho de uma galinha e pesava menos de um quilo, mesmo quando adulto.
Assim, pode-se concluir que não é o tamanho que define o que é um dinossauro.

o tiranossauro rex.

TIRANOSSAURO REX

Tiranossauro Rex
Significado do nome  :rei dos tiranos 

BRAQUIOSSAURO (LARGATO, BRAÇO)

O Braquiossauro cujo nome significa "lagarto braço", dado os seus membros anteriores ("braços") serem maiores que os posteriores, era um género de dinossauro saurópode que viveu durante o fim do período Jurássico.O primeiro braquiossauro foi descoberto em 1900 no Colorado, EUA, mas também viveu na área onde se localiza hoje a Argélia e a Tunísia, há aproximadamente 144 milhões de anos atrás, durante o período Jurássico. Esse animal provavelmente não poderia erguer-se nas patas traseiras como mostra o filme "Jurassic Park", pois elas eram mais curtas que as dianteiras. Mesmo assim sua altura lhe permitia, sem esforço, comer as copas das árvores, sua atividade principal.O braquiossauro passava a maior parte do dia comendo folhas de suas árvores prediletas como as coníferas (um tipo de pinheiros), cicadáceas e ginkgoáceas. As estimativas mais recentes, baseadas em modelos reconstruídos com ossos e musculatura calculada, situam o seu peso entre 32 toneladas (Gregory Paul 1988) a 37 toneladas (Christiansen 1997). Durante muito tempo julgou-se ser este o maior dinossauro a ter existido. Porém sabe-se agora que vários titanossauros (o argentinossauro, por exemplo) eram maiores que o braquiossauro. Recentemente foi descoberto um outro brachiosaurideo, o sauroposeidon, que provavelmente também era maior que o braquiossauro.Calcula-se que, para abastecer seu corpanzil, comia mais ou menos 2 toneladas de plantas por dia. Apesar do grande peso, podia desenvolver uma velocidade de aproximadamente 20 km/h. Com certeza a terra devia tremer.Como as narinas desse enorme saurópode ficavam no alto da cabeça, muitos cientistas acreditavam que ele vivia na água, comendo plantas aquáticas no fundo de lagos e rios. Nesse caso seu corpo ficaria debaixo da água e de vez em quando aparecia a pequena cabeça com as narinas através das quais ele respirava. Mas essa teoria foi superada, pois sabe-se que seus pulmões não teriam suportado a pressão da água.

Dados do Dinossauro:Nome Científico: Brachiossaurus brancai, Brachiosaurus altithoraxÉpoca em que Viveu: JurássicoLocal onde viveu: América do Norte e ÁfricaPeso: Cerca de 90 toneladasTamanho: 25 metros de comprimento e 15 metros de altura Alimentação: HerbívoraReino: Animalia Filo: Chordata Classe: Reptilia Superordem: Dinosauria Ordem: Saurischia Subordem: Sauropoda Família: BrachiosauridaeGénero: Brachiosaurus

dinossauro que voa.

PTERANODON

Pteranodon
Chegava a 2m de altura (quando de pé) e 8 m de Comprimento.

A REPRODUÇÃO DOS DINOSSAUROS

Durante muito tempo esse assunto foi deixado de lado pelos paleontólogos, pois ao falar de reprodução é necessário falar-se de sexo. E sexo sempre foi um tabu. Mas hoje a mentalidade mudou e a reprodução dos dinossauros não só é discutida livremente como é um dos aspectos de sua vida mais estudados. É preciso entender que os dinos não eram monstros de outro mundo como apareciam nos filmes. Eles faziam as mesmas coisas que os animais de hoje: comer, beber, dormir, excretar, acasalar .
Todas as semanas novas espécies de dinossauros são descobertas e muitas apresentam estruturas estranhas que nem sempre podemos explicar. Cornos, espinhos, barbatanas, etc... Para todas essas excentricidades antigamente tínhamos uma única explicação: combate e defesa. Por exemplo, os cornos e gorjeias dos ceratopsianos durante anos foram tidas como armas para defendê-los dos tiranossauros. Estudos recentes revelaram que tanto cornos como gorjeias eram frágeis demais para essa função. Então para que serviam? A resposta é sexo!!!
É possível que essas estruturas fossem usadas para ornamentação e exibição durante a época de acasalamento. Os ceratopsianos poderiam exibir suas coloridas gorjeias para as fêmeas para atraí-las. Se um macho rival aparecesse seus cornos poderiam ser usados para combates ritualísticos.
Essa mesma explicação é aplicada por muitos especialistas para as placas dorsais dos estegossaurídeos, as cristas e barbatanas dorsais encontradas em muitos dinossauros.
Muitas das antigas teorias sobre o comportamento reprodutivo dos dinossauros foram postas abaixo com as novas descobertas dos cientistas. Antes acreditava-se que ao botarem seus ovos eles os abandonavam. Indícios provam que muitas espécies não só cuidavam dos ovos como dos filhotes depois de nascerem, alguns até por bastante tempo.
Acreditava-se que os dinossauros os carnívoros, como o tiranossauro, ao botarem seus ovos simplesmente os abandonavam à própria sorte. Indícios fósseis mostram que logo após o acasalamento, macho e fêmea construíam um ninho e ali eram colocados dúzias de ovos.
Provavelmente apenas 4 ou 5 nasciam e sobreviviam. Aos nascerem os bebês ainda eram pouco desenvolvidos, como foi mostrado por um achado de um tiranossauro recém- nascido. Quando nasciam eram muito pequenos e frágeis e durante algum tempo permaneciam no ninho. Os pais lhes traziam comida e com o tempo eles começavam a sair para caçar pequenos animais que encontravam, sempre com a supervisão dos pais.