sábado, 17 de março de 2012

Os dinossauros estão vivos?


Alem de lendas e avistamentos existem estudos e achados na área cientifica que nos levam a pensar na possibilidade de algumas espécies de dinossauros estarem vivas ainda hoje. Muitas pessoas consideram esta idéia como sendo absurda, simplesmente pelo fato de já estarem acostumadas com as teorias antes apresentadas. Alem disso muitos questionam o fato de até agora ninguém ter encontrado um espécime vivo de um dinossauro. Mas se levarmos em consideração que muitas das florestas e pântanos que temos em nosso planeta ainda são totalmente inexploradas e mesmo a monitoração via satélite chegaria a custar mais de 20 milhões a hora, e que de centenas de milhares de áreas no mundo apenas 1% foi pesquisado Então entenderíamos que existem grandes possibilidades de estes animais serem encontrados vivos em um futuro não muito distante. O fato de estarem sendo documentados avistamentos e registros em varias culturas nos reforça esta possibilidade.
Uma grande prova de que a ciência não é tão confiável em suas suposições e que existe uma imensa possibilidade de seres “pré-históricos” estarem vivos ainda hoje, pode ser observada em muitos animais que estão sendo encontrados e que os cientistas afirmavam estarem completamente extintos
Exemplo disso é o Celacanto peixe que teria vivido segundo, a ciência cerca de 410 milhões de anos, e desapareceu no final do período Cretáceo, há 65 milhões de anos atrás, quando os dinossauros foram extintos. Presume-se que ele seja primo doEusthenopteron, ancestral dos anfíbios, répteis e mamíferos. Uma teoria que gera muita controvérsia.

Mas surpreendentemente aquele de quem se afirmava com total certeza estar extinto, foi encontrado em East London, em 23 de dezembro de 1.938 vivo. A partir de então diversas outras espécies de Celacanto foram encontradas em vários lugares do mundo.



O que é interessante mencionar a respeito do Celacanto é que ele foi apresentado pelos evolucionistas como sendo um elo entre criaturas da água e da terra. Esta teoria absurda como muitas outras, permaneceu como verdadeira durante 30 anos e apareceu em museus e livros escolares, servindo também de base para muitas outras teorias. Foram desenvolvidos estudos provando que este animal possuía pulmões primitivos e outras qualidades que o assemelhava aos animais terrestres. Quando o primeiro Celacanto vivo foi encontrado, percebeu-se que tudo não passava de enganos e mentiras e aquilo que tinha sido apresentado ao mundo como "fato" cientifico comprovado, não era verdade, 30 anos de estudos e publicações foram jogadas no lixo. Os evolucionistas contornaram o caso é claro!



Outro animal considerado extinto segundo a ciência é o Tubarão Cobra, mais para surpresa de muitos foi capturado vivo no Japão, derrubando por terra muitas teorias e suposições a seu respeito. Foto á baixo.


Dinossauros ainda vivos?
No entanto não é preciso procurarmos nos registros de animais extintos ou no registro fóssil para vermos um dinossauro vivo. Basta somente nos deslocarmos até a ilha de Komodo na Indonésia, e em algumas ilhas circunvizinhas. Nestes locais encontraremos o feroz lagarto gigante que nos lembra filmes como Juracic Park, o dragão-de-komodo.

Um dragão-de-Komodo pode medir até 3,00 m, pesar 120 kg e viver até 50 anos e muitos acreditam que ele seja um sobrevivente dos tempos pré-históricos. É a maior espécie de lagarto conhecida, robusto e com aparência de dinossauro. O dragão-de-komodo foi descoberto oficialmente pela ciência apenas em 1912. Encontra-se protegido por lei, devido à ameaça de extinção

Hoje este animal é conhecido em quase todo o mundo, mas o que disseram quando foi encontrado em 1912? Quão grande não foi a surpresa da mídia e da ciência quando esta espécie foi encontrada? Como um animal tão imenso e incrível permaneceu oculto aos olhos do mundo durante tanto tempo?
A resposta para seu anonimato está relacionada ao seu habitat. Seria mais fácil se ter encontrado este animal se ele vivesse em locais mais accessíveis e povoados.
Da mesma forma que o dragão-de-komodo não era conhecido devido as circunstancias mencionadas, também outros animais podem ainda estarem ocultos aos olhos do mundo.
Iguana de Mona e as Tartaruga dos Galápagos. São mais dois seres da família dos dinossauros. O primeiro, na ilha do Caribe, e o segundo, na ilha dos Galápagos. A tartaruga dos Galápagos chega a pesar cerca de 300 Kg!



                                                   Estranhas descobertas

Um dos fatores que nos levam também a crer na existência de dinossauros vivos ainda hoje, são as constantes descobertas de restos de animais incomuns e até mesmo avistamentos de monstros e animais muito semelhantes aos registros fosseis.
Em Abril de 1977 na costa da Nova Zelândia foi encontrada uma carcaça de um estranho animal preso nas redes do barco pesqueiro japonês Zuiyo-Maru. O estranho animal que não foi identificado pelos marinheiros pesava cerca de duas toneladas. Um biólogo presente no pesqueiro recolheu apenas uma amostra de uma das barbatanas e em seguida a carcaça foi devolvida ao mar.



As características encontradas no animal apontam ser ele algum tipo de Plesiossauro, porem muitos afirmaram se tratar dos restos de um tubarão-baleia. Ao se analisar com mais calma a amostra em um laboratório, pôde-se comprovar não se tratar de um tipo de tubarão, pois as amostras apresentavam tecidos incomuns em tubarões, (tecido adiposo). Entendeu-se que se tratava realmente dos restos de um Plesiossauro. Esta descoberta teve uma boa repercussão no meio cientifico e o Japão chegou até a lançar um selo comemorativo trazendo a imagem de um plesiossauro prestigiando a descoberta.
O Professor Yoshinori Imaizumi, diretor do centro de pesquisa da ciência animal do museu em Tóquio ao ser entrevistado por um jornal, afirmou: "Não é um peixe, baleia ou outro mamífero é um réptil ... Tem uma grande semelhança com um plesiosauro . Essa é uma descoberta muito importante para os seres humanos. Afigura-se que estes animais não estejam extintos por completo. Tokio Shikama outro prestigiado investigador também acrescentou: "Deve ser um plesiosauro, estas criaturas continuam a assombrar o mar na Nova Zelândia.
Embora ainda existam muitas divergências sobre esta descoberta e muitas das pesquisas permaneçam inconclusivas, muitos cientistas defendem a opinião de que esta carcaça seria realmente de um plesiossauro outros afirmam ser de um tubarão.
Mas esta não foi a única vez que restos de criaturas estranhas foram encontradas e documentadas pela mídia. Em 1925 na Baía de Monterey, Califórnia, Uma enorme cabeça de um animal desconhecido juntamente com seu pescoço já em decomposiçãofoi encontrada na praia Natural Bridges State e media cerca de 51 cm. No mundo marinho só se assemelha ao Plesiossauro. Um jornal de respeito na época notificou a descoberta.



Em Março de1969 numa praia de Tecoluta no México, uma carcaça de 35 toneladas de um animal marinho não identificado foi encontrada. O corpo era parecido com o de uma serpente, coberto com uma rígida armadura articulada e um osso de 3 metros de cerca de 1 tonelada em sua cabeça. Os biólogos chegaram a pensar na possibilidade de ser um tipo de baleia porém o osso da cabeça incomodava-lhes o conhecimento científico.
A imprensa internacional informara que um monstro pré-histórico de algum tipo havia encalhado no México e o mundo esperava uma resposta científica. Uma comissão de 7 cientistas informou no dia 20 de abril de 1969 que o monstro de Tecoluta poderia ser uma baleia de Rorqual mas novamente, como os primeiros biólogos que tentaram identificá-lo, não conseguiram explicar o pesado osso de 3 metros na cabeça!



Outro caso do qual não se sabe exatamente se é verdadeiro mas que merece ser analisado é o famoso "monstro do Lago Ness". Mesmo que muito espetáculo e mentiras tenham existido em torno deste assunto, muitos consideram a existência de um monstro nas águas do lago Ness uma grande possibilidade, dado o enorme numero de relatos mencionando este monstro ou serpente.
O mostro do lago Ness já foi visto por cerca de 11000 pessoas na Escócia ao longo de 14 séculos, sendo mais procurado nos últimos 70 anos. A descrição feita deste animal por supostas testemunhas oculares é idêntica a aparência de um plesiossauro.
Existe uma intensa monitoração no lago até hoje, com a utilização de câmeras controladas por sonar instaladas numa embarcação devidamente preparada para pesquisas de profundidade. As câmeras registram inúmeras imagens sobre diversos ângulos do fundo do lago, ou pelo menos do que se pode alcançar do fundo do lago. Algumas fotos tiradas por Robert Rines um dos maiores pesquisadores do lago, em outubro de 1972 foram liberadas para a imprensa, como as fotos abaixo, publicadas na famosa Seleções do Reader's Digest.



As fotos tiradas por Robert Rines não são vistas como falsificação, diferente de algumas fotos tiradas décadas atrás por pessoas que buscavam somente a divulgação de sua imagem e não o desvendar de um grande mistério que envolve o lago Ness. Exemplo disso foi o jornalista Marmaduke Wetherell que em 1994 confessou ter fabricado varias fotos do monstro do lago Ness. Tais atitudes fizeram com que qualquer outra evidencia fosse desacreditada.
Em 16 de julho de 2003, o escocês aposentado Gerald McSorley de 67 anos, encontrou um fóssil de quatro vértebras com 29 cm de comprimento e muito bem conservadas (partes da espinha dorsal e marcas de veia) de um Plesiossauro adulto de cerca de dez metros de comprimento, quando passeava pela beira do Lago Ness, ao norte de Drumnadrochit, na Escócia. Isso prova que no passado o lago foi ambiente de Plesiossauros.
A aparição de monstros em lagos não é um relato observado apenas no lago Ness. O lago Champlain. Localizado entre os estados de Nova Iorque e Vermont, é bastante profundo e tem acesso para o mar através do canal de Saint Lawrence. Este lago também possui relatos de testemunhas que afirmam ter visto um monstro semelhante a um dinossauro em suas águas. As aparições da criatura são registradas desde a época dos índios Abenaqi sendo a primeira em julho de 1609, durante a expedição do explorador francês Samuel de Champlain quando notou "uma serpente de 6 metros, com uma cabeça semelhante a de um cavalo e um corpo tão grosso quanto um barril". O monstro recebeu o nome de "Champ" referente ao lago. Desde então varias pessoas afirmam ter visto o monstro. Muitos dos relatos foram documentados no livro Champ-Beyond the Legend de Joseph Zarzynski, escrito em 1984. Zarzynski, O numero de testemunhas do monstro já passam de 300.



Sandra Mansi, residente em Connecticut juntamente com seu marido e filhos assistiram "Champ" durante 10 minutos em 1977 na área próxima da cidade de Saint Albans e calculou que a cabeça e o pescoço fora da água mediam juntos quase 2 metros. Eles conseguiram fotografar o monstro mas com medo de serem ridicularizados, não divulgaram a foto na época, sendo divulgada 4 anos mais tarde no jornal The New York Times.
A revista Discover Magazine em abril de 1998 (Volume 19 Número 4) afirmou em uma de suas reportagens que 58 passageiros a bordo do barco Ethan Allan viram uma criatura de uns 10 metros e com 3 a 5 corcundas durante aproximadamente 5 minutos. Nadou junto ao barco a uma distância aproximadamente de 60 metros.



Um pequeno filhote de animal desconhecido foi encontrado e empalhado por Pete Peterson. O animal estava em uma das praias do grande lago Eire localizado na fronteira leste dos EUA com o Canadá. Ele se encontra atualmente em exposição no Museu de Evidências da Criação em Glen Rose, Texas. Podemos ver pela foto á cima que este animal não poderia ser outro senão um filhote de plesiossauro.

                                                   Evidencias científicas

Recentemente vários enigmas tem surgido no registro fóssil que tem deixado muitos cientistas totalmente confusos e fortalecido cada vez mais a idéia de que os dinossauros não viveram em um passado remoto como se afirma no meio cientifico, mas estiveram presente em toda a historia humana e talvez ainda hoje, em alguns lugares isolados do mundo.
Estes enigmas tão controversos são os "fósseis frescos", ou seja, fosseis que não aparentam ter milhões de anos, mas talvez alguns milhares de anos somente.
Como exemplo disso temos o fóssil de um hadrossauro (dinossauro bico de pato) seu fóssil tem a idade estimada pelos cientistas de aproximadamente 80 milhões de anos. Porem tem ainda tecidos moles com vasos sanguíneos, células e proteínas (colágeno e osteocalcina).
A descoberta tem impactado muitos cientistas que afirmam não existir possibilidade de este animal ter vivido em tempos mais atuais, mas no entanto não conseguem apresentar respostas para algo tão preservado.



Esta não foi a primeira vez que fosseis bem conservados foram encontrados, a cada ano estas evidencias tem surgido, resultando no desenvolvimento de novas teorias..
Em setembro de 2007 foi anunciada a descoberta de um osso de T-REX contendo filamentos flexíveis e transparentes que seriam supostamente vasos sanguíneos e vestígios de células de sangue vermelho, outras se assemelhavam a osteócitos que são células que constroem e mantém o osso.



De inicio muitos não quiseram aceitar a descoberta, afirmando ser um tipo de contaminação por bactérias. Mas em abril de 2008 ficou definitivamente comprovado se tratar realmente de material orgânico preservado do T-REX.



Mediante a estes vestígios de sangue nervos e veias alem de outros componentes orgânicos destes fosseis, seria possível que tais evidencias tenham sido preservadas durante milhões de anos? Teria o sangue sido preservado durante aproximadamente 80 milhões de anos? é preciso mais fé para crer nestas suposições do que nas narrativas bíblicas que nos mostram que os dinossauros são provavelmente mais recentes.



A foto a cima é a reprodução de um fóssil de pegadas humanas numa rocha cambriana. Um trilobite amassado indicado pela seta, pode ser observado numa das pegadas.
Segundo os evolucionistas, o homem não evoluiu até centenas de anos após a formação das rochas cambrianas e a extinção de trilobites, as quais, segundo os mesmos são do tempo dos dinossauros. (Prof. H.Andrews, Museu de W.J.Meister, Jr.)
Está pois provado, cientificamente, que os homens conviveram com os dinossauros. E a Bíblia atesta-o completamente (Job 40 e 41) Alguns afirmam que estas pegadas são de tempos atuais enquanto o trilobite da era dos dinossauros. Mas como explicar o fato do trilobite estar amassado pela pegada? Também sabemos que para a pegada ter ficado gravada na mesma rocha juntamente com o trilobite ambos teriam que terem sido gravados com intervalos de dias, pois do contrario a rocha já estaria endurecida não sendo mais possível deixar marcas

                                   E quanto a extinção dos Dinossauros?

Se resolvermos acreditar nas narrativas bíblicas e situarmos os dinossauros nos tempos em que a Bíblia estava acontecendo, então poderíamos concluir que o que levou os Dinossauros a serem quase que completamente extintos, foram principalmente as mudanças de clima e de atmosfera, pois a atmosfera antes do dilúvio era bem diferente da que temos hoje em tempos pos-diluvianos. Outro fato que podemos notar nas lendas que podem estar se referindo a dinossauros é que todas as vezes que estes animais aparecem na historia estão sendo caçados e mortos, isso seria também uma possibilidade para ter causado uma extinção destes répteis.
A cada dia mais provas sobre a criação do mundo pelas mãos de um designer inteligente vem surgindo. Estas provas também incluem dinossauros, os quais pudemos ver nas matérias anteriores, que foram mencionados na Bíblia e ela os coloca lado-a-lado com o Homem.
Aceitar as evidencias bíblicas sobre este assunto é muito difícil para alguns que preferem acreditar nas teorias evolucionistas, que por sua vez não transmitem nada que ofereça segurança.
Mas o que estamos mostrando nesta serie de artigos é que não são somente evidencias bíblicas, mas também evidencias cientificas. A própria ciência grita a plenos "pulmões" que a "Bíblia tinha razão." Não existe sequer um argumento que venha a desmentir as narrativas bíblicas, ao contrario encontramos centenas de descobertas favoráveis tanto em fontes ligadas a fé como em culturas totalmente contrarias a ela.

fonte:http://opesquisadorcristao.blogspot.com.br/2009/08/os-dinossauros-na-biblia.html

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Brontossauro.


Período: Jurássico Tardio.
Ordem, subordem, família: Saurischia, Sauropodomorpha, Diplodocidae.
Localização: América do Norte.
Comprimento: 21 metros.
O Apatosaurus ajax, mais conhecido como brontossauro, movimentava-se constantemente, alimentando-se dia e noite. Quando eles passavam, o chão tremia porque um animal adulto pesava o equivalente a cinco elefantes. A idéia do estrondo que um animal podia fazer ao caminhar deu nome ao brontossauro, o "lagarto trovão". O nome apatossauro foi usado inicialmente para esse dinossauro, portanto é o nome correto, mas seu significado literal, "réptil sorrateiro", dificilmente se aplicaria a um gigante como ele. Com altura de 3,60 metros nos ombros, comprimento de cerca de 21 metros e peso de 30 toneladas, esse pacífico herbívoro não era capaz de se esconder ou desaparecer no cenário.

 Apatosaurus

Museu Canadense da Natureza
O brontossauro era um saurópode que se tornou dominante no período jurássico

Como seus parentes próximos, o barossauro e o superssauro, esse saurópode tinha cabeça pequena, um pescoço longo e esguio, e uma seção central robusta e pesada. Também era dotado de fortes pernas e de uma longa cauda que terminava em um chicote fino.

 Apatosaurus skull

Museu Americano de História Natural
Crânio de apatossauro

Alguns anos atrás, um dos mais célebres erros da história da ciência foi identificado: o esqueleto de brontossauro em exibição no Museu Carnegie de História Natural, em Pittsburgh, portava o crânio errado. O crânio de um camarassauro, que pertencia a família diferente, havia sido instalado no esqueleto. O brontossauro foi localizado quase completo, quando escavado, mas sem cabeça. Na época, o melhor palpite era o de que seu crânio se assemelhava ao do camarassauro, com perfil arredondado e obtuso, grandes dentes usados para esmagar alimentos, e mandíbulas poderosas. Os cientistas que perceberam o erro estudaram os mapas da escavação onde todos os ossos haviam sido localizados e perceberam que o crânio correto havia se separado do corpo por alguns metros, antes da fossilização. O crânio verdadeiro também era parte do acervo do Museu Carnegie. O crânio do brontossauro se assemelhava bastante ao do diplodoco, com um perfil alongado e fino, e dentes pequenos e delicados na porção frontal da mandíbula.

O pescoço do brontossauro era pequeno, perto da cabeça, mas a base do pescoço, perto do corpo, era bem larga, e os ossos do pescoço eram longos e maciços. A despeito de seu pescoço longo, a capacidade de elevar a cabeça dos brontossauros era limitada, e eles provavelmente não podiam erguê-las muito acima dos ombros.

Os ossos da porção média do corpo eram imensos. As costelas eram longas e retas, e as vértebras eram grandes, mas apresentavam porções ocas que as tornavam mais leves, sem lhes tirar a força. As pernas eram retas e fortes, como as de um elefante, com pequenos e curtos dedos. Os dedos das patas dianteiras não tinham garras afiadas, exceto o interno, que tinha uma garra apontada para o lado de dentro. Os pés traseiros tinham três garras ligeiramente parecidas com o casco de uma vaca.

O brontossauro era mais alto nos quadris que nos ombros. A altura de um animal crescido era de cerca de 4,5 metros nos quadris. As ancas eram largas e os ossos da bacia precisavam suportar o imenso desgaste das caminhadas de um corpo tão pesado. Os ossos da cauda perto da parte frontal eram também imensos e todos dispunham de protrusões altas às quais os músculos se apegavam para manter a cauda longe do chão. A cauda pesava diversas toneladas, provavelmente, e seu uso mais plausível era facilitar o equilíbrio do apatossauro ao caminhar. O comprimento da cauda, cerca de nove metros até a ponta, provavelmente ajudava na distribuição do peso.

Os primeiros paleontologistas tinham muitas idéias erradas sobre o brontossauro. Devido ao seu tamanho, os cientistas acreditavam que possa ter vivido na água. Na verdade, os animais viviam em locais semi-áridos. As pegadas mostram que caminhavam em terra e seus esqueletos não exibem adaptações relacionadas a uma vida na água.

Por muitos anos, artistas e cientistas desenharam brontossauros e seus parentes arrastando as caudas no chão ao caminhar, mas não há provas disso. As pegadas dos saurópodes não apresentam marcas de cauda e os ossos da cauda não mostram sinais de dano ou desgaste. Além disso, uma cauda de duas a três toneladas se prenderia em plantas ou em rachaduras nas rochas, caso fosse arrastada. O brontossauro carregava sua cauda bem longe do corpo e ela se movia graciosamente a fim de ajudá-lo a preservar o equilíbrio.

Outra idéia errada surgiu porque o esqueleto foi montado de modo incorreto. O brontossauro foi montado com as patas abertas, o que indicaria que ele caminhava com movimento pronunciado dos quadris. As pegadas demonstram que os saurópodes posicionavam os pés quase exatamente sob o centro de seus corpos, ao caminhar. É provável que caminhassem de maneira tão graciosa e tão eficiente quanto os elefantes.

O brontossauro, assim como os demais saurópodes, era herbívoro. Os paleontologistas argumentam sobre que métodos ele empregava para comer o bastante para manter vivo seu corpo de 30 toneladas. O crânio e as mandíbulas parecem pequenos demais para a ingestão de volume suficiente de comida. Além disso, as plantas dominantes da época, as coníferas, não eram nutritivas o bastante para esses gigantes. Uma adaptação que ajudava em sua digestão eram os gastrólitos, ou "pedras estomacais", em seus aparelhos digestivos. Os dinossauros engoliam pequenas pedras que ajudavam a triturar as plantas em seus estômagos. Gastrólitos são ocasionalmente encontrados em escavações de brontossauros e de seus parentes.

Os bontossauros adultos tinham poucos inimigos, mas os mais jovens seriam presas fáceis para predadores gigantes como os alossauros e os ceratossauros. Os jovens provavelmente se mantinham próximos de seus pais e de outros adultos, que os protegiam contra ataques. Um conjunto de pegadas de dinossauros no Texas demonstra que, em um rebanho de saurópodes, os adultos se moviam do lado de fora e os animais mais jovens ficavam perto do centro do grupo.

O brontossauro era um dos saurópodes mais comuns. Restos do animal foram encontrados em Utah, no Colorado e em Wyoming, mas ele pode ter vivido também mais ao sul e mais ao norte. Esqueletos e restaurações de brontossauros estão entre os exemplares mais comuns em museus porque poucos dinossauros eram maiores. Trata-se do mais estudado dos saurópodes.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

dinossauros voadores.

ARCHEOPTERYX
                                                                                    
Se hoje observarmos na natureza animais mais semelhante a dinossauros, veremos que estes animais são os pássaros. Os primeiros pássaros surgiram no período Jurássico, e vivem até hoje. Dentre estes pássaros antigos , está dentro o Archeopteryx, uma da principais descobertas do género. Este pássaro primitivo, era quase igual em aparência aos modernos, com excepção de alguns factores, como os dentes, o tamanho e alguns hábitos.

Os dentes do Archeopteryx e de muitos outros pássaros primitivos, como o Hesperornis (comedor de peixes, viveu na época do Triceratops e do T. Rex e, era mais parecido ainda com os pássaros modernos pois possuía bico), eram grandes, finos e afiados, utilizados para segurar sua deslizante presa, ou melhor, os peixes.

Seu tamanho também era diferente dos pássaros actuais, pois, enquanto um gavião tem o tamanho de um computador, o Archepteryx tinha o tamanho de um homem alto. Devido ao fato de voar muito alto, era provável que este pássaro podia ter morado em árvores. Assim como o Archeopteryx, muitos dinossauros voadores possuíam ossos ocos nos seus membros. Isso os tornava mais leves para movimentar-se. Pesquisadores acham que os ossos ocos dos actuais pássaros são uma herança de seus ancestrais, os dinossauros. O animal fóssil mais famoso é o Archeopteryx. Viveu na mesma época que os dinossauros e é considerado a ave mais antiga que se conhece, embora também tivesse traços de réptil. Todos os esqueletos fósseis deste animal que foram descobertos foram encontrados em pedras calcárias de grão muito fino que conservaram maravilhosamente muitos fósseis, entre eles, os delicados ossos ocos do Archeopteryx e até as suas penas, que são uma característica fundamental da aves.

PTERANODOS

Um grupo de répteis tinha se apoderado dos espaços aéreos. Eram os Pterossauros, entre os quais, o Pteranodon, com asas gigantescas de pele elástica como as dos morcegos, era o rei do voo planado das zonas costeiras. O seu aspecto original se devia à forma da cabeça: uma longa crista e um bico que, juntos, tinham o mesmo comprimento do corpo. Depois de levantar voo, o Pteranodon sobrevoava os mares em busca de alimento e tinha grande capacidade de voo planado, sem precisar bater as asas. O Pteranodon era um gigante voador. Os seus ossos eram finos e tinham espaços ocos que os tornavam mais leves, pois estes espaços eram preenchidos com ar.

Os dedos das mãos estavam adaptados para sustentar a membrana da asa, fina e semelhante ao couro. O cérebro era grande e mais parecido com os das aves do que com os dos répteis.

As primeiras vértebras das costas eram ligadas entre si formando uma só peça resistente que proporcionava um sólido ponto de apoio para os ossos do ombro. Estes se apoiavam em baixo no esterno, ou seja, o osso do peito. As costelas que saíam das vértebras também fechavam no esterno. Deste modo, o conjunto constituía uma armação rígida que suportava os poderosos músculos das asas. No Pteranodon, destaca-se o pequeno tamanho do corpo e das patas posteriores em comparação com o das asas e do crânio, com a sua longa crista. O pescoço era comprido e a cauda era bem pequena. Os braços se transformavam em asas providas de grandes músculos. Os três primeiros dedos da mão, relativamente curtos, terminavam em garras curvas e afiadas; o quarto dedo possibilitava o enorme alongamento da asa. A cauda era muito curta e terminava em dois ossos alongados em forma de varetas que provavelmente se inseriam na membrana das asas e poderiam servir para ajudar a controlar a direcção do voo.

QUETZALCOATLUS
 
O maior Pterossauro até hoje encontrado foi o Quetzalcoatlus, imenso monstro com asas descobertos no Texas, EUA. Seu nome veio de Quetzalcoaltlus ou "serpente emplumada", antiga divindade mexicana que reinou no império tolteca (antes dos astecas). Não foi uma boa escolha, porque embora alguns Pterossauros possam ter tido pêlos macios, eles nunca possuíram penas. Este imenso Pterossauro, que media até 15m de uma ponta de asa a outra, tinha proporções de um pequeno aeroplano.

Apesar desse tamanho todo, podia planar nas camadas de ar quente da atmosfera e descer rápido ao solo, em busca de carniça de dinossauros para alimentar-se. O Quetzalcoatlus foi um dos últimos Pterossauros. Essa criatura enorme, de cabeça maior que um homem, provavelmente atingiu o tamanho máximo a que pode chegar um animal voador. Era tão grande que não levantaria vôo sem o auxílio dos ventos que assobiavam pelas montanhas e vales do Texas, EUA. Já no ar, ele aproveitava as correntes de ar e planava bastante tempo.

FICHA DO DINOSSAURO

NOME Quetzalcoatlus, que significa "serpente alada emplumada"

TAMANHO Até 15m de comprimento
ALIMENTAÇÃO Carniça de dinossauros

QUANDO VIVEU Período Jurássico, no Texas, EUA

GERMANODACTYLUS

 
Nem todos os pterossauros viviam no chão. Certas espécies, como o Germanodactylus, provavelmente habitavam árvores e faziam como os morcegos de hoje, dependurando-se nos galhos, aos quais se prendiam com suas garras. Os pterossauros tinham várias formas de descolar. Alguns provavelmente corriam pelo chão com as pernas traseiras e, então, batiam as asas para levantar voo. O Germanodactylus devia soltar-se do galho e bater as asas enquanto caía, para manter-se no ar. Os que tinham asas grandes, a exemplo do Ggathosaurus, limitavam-se a abri-las e deixar que o vento os levasse para cima. As fortes garras do Germanodactylus serviam tanto para ajuda-lo a escalar o tronco das árvores quanto para prende-lo dependurado nos galhos.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Liopleurodon.

 O Liopleurodon, conhecido popularmente como Liopleurodonte, foi um gênero gigantesco da família dos Pliossauros(répteis marítimos enormes com pescoço curto), e também o maior carnívoro que já existiu na Terra. Podia chegar a medir cerca de 25 metros de comprimento e com um peso especificado em 150 toneladas (peso de uma baleia-azulatual). Seus dentes da frente eram maiores que os do Tiranossauro rex, com cerca de 60 centímetros de tamanho. Eram carnívoros que viveram durante os Meados do Período Jurássico. A espécie única propriamente descrita deste gênero é Liopleurodon ferox, primeiro identificado por H.E Sauvage em 1873 e viveu em mares europeus, principalmente nos mares Inglaterra, e possuia rotas migratorias.

Quatro membros parecidos a remos fortes sugerem que o Liopleurodon se alimentava também do maior peixe que já existiu no mundo, que por sua vez era um ótimo nadador. O seu modo de quatro pés de pato da propulsão é característico de todos os plesiossauros. Um estudo que aplica um robô nadador demonstrou que embora esta forma da propulsão não seja especialmente eficiente, ele fornece a aceleração muito boa - um caráter desejável em um rapinante. Os estudos do crânio mostrou que o Liopleurodon pode esquadrinhar provavelmente a água com as suas narinas para apurar a fonte de certos cheiros. O Liopleurodon foi o maior animal carnívoro de todos os tempos, e provavelmente sua principal presa eram Ictiossauros.

Na série caminhando com os dinossauros, o Liopleurodon aparece caçando um oftalmossauro e um eustreptospondylus, porém em um tamanho exagerado. Porém, assim como os Sauropódes, essa espécie de réptil nunca parava de crescer e os mais velhos com idade avançada de 80 a 120 anos já passavam dos 25 metros de comprimento e 150 toneladas, sendo este animal podendo viver mais de 100 anos no mar.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

teoria do grade meteorito

Todo mundo conhece a triste história do asteróide que matou os dinossauros há 65 milhões de anos. O que ninguém sabia era a história de outro titã, que permitiu que os animais gigantes tomassem conta da Terra.
Agora, um grupo de cientistas de diversas instituições americanas, como a Universidade de Washington, a Universidade de Rochester e a Nasa (agência espacial dos EUA), mostrou que os dinossauros não podiam queixar-se de perseguição. Afinal, foi o mesmo tipo de evento que permitiu que passassem a dominar o planeta, 185 milhões de anos antes.
A equipe conseguiu provas de que a extinção maciça que aconteceu na Terra há 250 milhões de anos, eliminando 90% das criaturas marinhas, 70% das espécies vertebradas terrestres e quase todas as formas vegetais, também foi causada pelo impacto de um corpo celeste. Só depois desse cataclismo os dinossauros deram o ar da graça sobre a Terra.
Nós contamos esta historia para você ficar por dentro mais nos não acreditamos nesta teoria

triceratops

 


O Triceratops era um dinossauro do grupo dos ceratopsídeos que viveu há aproximadamente 66 milhões de anos atrás durante o período Cretáceo na América do Norte (EUA e Canadá),  os quais possuíam a cabeça grande e extremamente forte, as maxilas laterais tinham bochechas musculosas, muitos dentes bastante afiados, um bico córneo curvado com o qual provavelmente arrancava as plantas duras, uma prolongação do crânio maciça que servia como escudo para proteção de eventuais ataques de predadores e combates entre machos e três chifres, sendo dois grandes acima dos olhos e um pequeno na ponta do nariz.. Os Triceratops provavelmente vivessem em enormes bandos, os quais possuíam uma escala hierárquica com machos disputando posições e direitos de acasalamento, porém em situações de ataque de algum predador, acredita-se que se juntavam de forma defensiva contra o predador, formando uma "parede" de escudos e chifres contra o oponente, com os filhotes fracos e doentes no interior dessa "muralha" defensiva e dessa forma acredita-se que se defendiam contra o seu maior predador, o Tiranossauro.

Dados do Dinossauro:

Nome: Tricerátops
Nome Científico: Triceratops horridus
Época: Cretáceo
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 6 toneladas
Tamanho: 10 metros de comprimento
Alimentação: Herbívora